Paris Fantasma

Em 2007 foi construída na China uma réplica da cidade de Paris. Por mais estranho que pareça, é algo comum na China, e Paris não é a primeira cidade a ser “reconstruída” em território chinês. Tianducheng (天都城) é, na verdade, um condomínio fechado na cidade de Hangzhou, capital da província de Zhejiang.

Com 31 km² de arquitetura francesa, além de jardins e fontes, Tianducheng tem uma réplica da Torre Eiffel com 108 metros de altura (a original tem 324m).

 

 

 

 

O condomínio foi construído para abrigar 10.000 pessoas, mas não houve muito interesse. Hoje o condomínio conta com uma população de aproximadamente 2.000 moradores. Por isso, a “Paris chinesa” é considerada uma cidade fantasma, atraindo curiosos e fotógrafos do mundo inteiro.

O cantor britânico Jamie xx, da banda indie britânica The xx, gravou seu novo clipe GOSH na cidade fantasma de Tianducheng, com direção de Romain Gavras (M.I.A. – Bad Girls / Kanye West & Jay Z – No Church In The Wild). O clipe tem uma vibe pós-apocalíptica, mostrando a cidade de uma maneira completamente diferente.

Jamie XX – GOSH


Fotografia: todos os direitos reservados © David Høgsholt

LOT 1 Café, Sydney, Austrália

Elizabeth Martins


Inserir a modernidade de um projeto ousado na paisagem urbana tradicional de Sydney, Austrália, não é para qualquer um. Ainda mais, quando o projeto deveria ser desenvolvido num espaço aonde por muitos anos funcionou uma fábrica, no John Solomon Building.



Mas, para o escritório Enter Projects não foi difícil. A complexa geometria do projeto mesclando o efeito de curvas sinuosas com a função sem perder a identidade fabril do edifício, fez do Lot 1 Café um local especial em Sydney.



Apreciem as imagens e se estiverem passando por Sydney não deixem de visitar o Lot 1, na 20 York St.


Arquitetura: Enter Projects
Fotografia: Brett Boardman

Cozinhas, estrelas em ascenção!

Elizabeth Martins

A cozinha era um ambiente restrito a funcionários ou serviçais da casa. Eram em geral externas ou anexas aos casarões. Acreditava-se que a fumaça do fogão à lenha e o calor incomodava seus nobres moradores.

No Brasil, a cozinha passou a mudar na época da abolição da escravatura quando as senhoras e suas filhas passaram a cozinhar trazendo-a assim para próxima da casa.

Com a Revolução Industrial e a era Modernista do começo do século XX os projetos passaram a privilegiar condições de habitação mais funcionais e as cozinhas ganharam novos utensílios e mobiliários porque seus usuários também tomaram gosto pela arte culinária aliado ao fato de já começar a se apresentar uma frequente escassez de mão-de-obra.

Nos anos 70, 80, 90 e até hoje, muitas invenções trouxeram praticidade à cozinha e a mesma passou também a receber a família e convidados. Com isso, novos móveis, utilização de novos materiais e configurações se fizeram necessários. Elas ganharam bancadas, balcões, coifas, grandes geladeiras, belos fogões, aço inox, granito, Silestone, Corian entre tantos outros materiais.

Nesta cozinha projetada pela arquiteta Elizabeth Martins em parceria com a Todeschini Arapongas, a ilha ganhou status com a utilização do Silestone vermelho, pastilhas metalizadas da Portobello, espelhos e modernos equipamentos em aço inox.

 

A cozinha abaixo ganhou ares mais rústicos com a utilização do revestimento Vila Madá também da Portobello, que faz uma releitura dos antigos ladrilhos, fazendo um mix de rusticidade e contemporaneidade.

 


Quadros, papéis de parede, luminárias também são permitidos para que as cozinhas possam entrar na nossa sala de estar e jantar para brilharem como grandes estrelas.

                                               Projetos assinados por Elizabeth Martins e Gisele Barreto Mincache.

Arquitetura Contemporânea sem retoques.

Elizabeth Martins

   A arquitetura moderna residencial está cada vez mais atraindo os olhares daqueles que querem construir com personalidade, seguindo tendência, mas sem cair na frieza que os traços retos muitas vezes proporcionam. Neste post vocês vão se deliciar com a verdadeira arquitetura contemporânea sem retoques, aonde formas, volumes e aberturas se mesclam resultando em espaços cheios de gratas surpresas.

   Nem é preciso falar mais alguma coisa, as imagens falam por si só.

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